O destino é um louco bailarino feito com fios de prata; As
vezes sacana, intermediário da loucura.
Uma borboleta feita de esperança dança no ar, suas batidas
entre o caos anima os mortos.
Um monstro matando outro, um monstro dando vida a outro, uma
vida tirada, uma vida roubada, a moeda nunca para de girar.
Rostos desesperados mostram o caminho , olhar de quem teve
o medo engolido pela realidade.
Perigo sempre eminente, sujeito irrelevante em uma situação
relevante.
É na esplêndida escuridão que o sorriso vermelho surge.
Enquanto a borboleta voar os mortos vigiaram a todos.
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